Festa Trendy faz jus à The Society
Sábado foi dia de conhecer a The Society. Eu namorava faz tempo aquele casarão de esquina da Rua Augusta com a Marquês de Paranaguá, suntuoso à primeira vista, e também à segunda.
Cheguei à casa por volta de 1h45 e não encontrei fila – primeiro ponto positivo. Nada mais insuportável do que ficar horas à espera da entrada ou da saída (quando necessário pagar comanda). Na The Society, entrei rapidamente e saí na mesma velocidade. Acertei minha dívida e fui embora dormir, às cinco da manhã, com ótimas impressões.
No interior do casarão, mas em uma parte ainda sem acesso à pista, decoração clássica, com quadros à moda monarca. Ao passar para o lado da badalação, objetos antigos, como lustres imponentes, convivem em harmonia com iluminação moderna das baladas.
A festa do dia era a Trendy, migrada excepcionalmente do domingo para o sábado em função de uma festa da SPFW. Eu apostaria na receita, e faria a transferência de dia definitivamente. Com o melhor da música pop, com direito a “Ai, Se Eu te Pego” remixada em inglês, além de todas aquelas canções habitués da Jovem Pan, a noite é incrível para quem gosta do pulsar das batidas acompanhadas de letras famosas. Pelo menos neste último sábado, o set list estava caprichado a ponto de eu não sentir vontade de ir embora.
É verdade, porém, que a promessa era mesclar os hits atuais com o pop dos anos 80 e 90, mas essas canções quase nem deram a cara por lá. Tudo bem, não faltou música boa.
Quanto aos preços, todo mundo sabe que a noite paulistana é cara, mas dentro desses padrões, a The Society cobra valores aceitáveis. Uma lata de cerveja pode sair por sete reais, mas marcas mais renomadas chegam a custar dez. O público é composto, majoritariamente, por pessoas bem apessoadas, homens e mulheres. É uma galera bem vestida, mas sem exagerar na moda.
Enfim, a noite da Trendy fez jus ao nome da casa e é uma divertida opção para quem quer se divertir com amigos ou conhecer gente nova.
Avaliação
Trendy na The Society: 9,0
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