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	<title>Lérias &#38; Lixos</title>
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	<description>Porque diversão é coisa séria</description>
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		<title>Nós apoiamos a Gorduchinha na Copa de 2014!</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 15:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pâmela Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
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		<category><![CDATA[Principais]]></category>
		<category><![CDATA[Zoom em Pâmela]]></category>
		<category><![CDATA[A pelota não pode se chamar Caramuri na Copa de 2014... não tem o menor sentido!]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Parou por quê, por que parou?&#8221;. &#8220;Um prá lá, dois prá cá, é fogo no boné do guarda&#8221;. &#8220;Sai daí que o Jacaré te abraça, garotinho&#8221;. &#8220;No carocinho do abacate&#8221;. &#8220;Vai, garotinho, porque o placar não é seu&#8221;. &#8220;Ripa na chulipa e pimba na gorduchinha”. Se você não se lembra de nenhuma dessas expressões, certamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">&#8220;Parou por quê, por que parou?&#8221;. &#8220;Um prá lá, dois prá cá, é fogo no boné do guarda&#8221;. &#8220;Sai daí que o Jacaré te abraça, garotinho&#8221;. &#8220;No carocinho do abacate&#8221;. &#8220;Vai, garotinho, porque o placar não é seu&#8221;. &#8220;Ripa na chulipa e pimba na gorduchinha”. Se você não se lembra de nenhuma dessas expressões, certamente você nunca ouviu uma narração de Osmar Santos.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ele revolucionou o modo de narrar futebol, lançou o famoso É GOOOOOOOOL, ensinou muitos jovens a reconhecerem, ainda que apenas por suas palavras, uma bela jogada. Ele viu Basílio tirar o Corinthians da fila, transformou Edmundo no ANIMAL, e agora pode ser eternizado em uma de suas maiores companheiras de vida, a pelota. Ele também foi importante na campanha Diretas Já, quando participou da narração dos comícios de 84.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Em 94, quando viajava para Lins, no interior de São Paulo, Osmar foi atingido por um caminhão. O condutor estava bêbado e Osmar ficou gravemente ferido. Com as lesões que sofreu, a fala foi afetada e com isso não pôde mais continuar com sua paixão.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">No ano passado, quando o narrador completou 62 anos, um publicitário decidiu dar vida a ideia que já foi abraçada por muitos internautas: a de chamar a bola da Copa de 2014 de “gorduchinha”. O nome seria um modo de homenagear Osmar, que não pode narrar jogos de futebol desde o acidente.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com sua história e importância para o futebol brasileiro, Osmar foi homenageado diversas vezes, mas batizar o nome de uma bola da Copa do Mundo no Brasil como Gorduchinha seria o que de melhor o brasileiro poderia fazer por Osmar. Por isso, nós, do Lérias, fanáticos pelo esporte do brasileiro, apoiamos a Campanha Gorduchinha 2014, que tem até página na internet: <a href="http://www.gorduchinha2014.com.br/">http://www.gorduchinha2014.com.br/</a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A campanha já recebeu o apoio de clubes como São Paulo, Portuguesa e Palmeiras, além de  craques do futebol como Zico, Raí, Marcos  e Cafú, ou ainda de jornalistas esportivos como Mauro Beting.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O nome concorre com outra campanha, a do Caramuri, fruta da região amazonense que só é colhida de quatro em quatro anos no mês do mundial. O Lérias apoia mesmo a Gorduchinha, para que Osmar seja eternizado no esporte que o consagrou e no qual ele lançou bordões e apelidos conhecidos por todos os brasileiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><object width="560" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/PrOrQzw0GGM?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="400" src="http://www.youtube.com/v/PrOrQzw0GGM?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>L’Apollonide: corra ao cinema mais próximo!</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 12:40:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redacao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[nao exibir]]></category>
		<category><![CDATA[Principais]]></category>
		<category><![CDATA[Filme é rico em significados.]]></category>

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		<description><![CDATA[L’Apollonide: Os amores da casa de tolerância (2011), que concorreu à Palma de Ouro no festival de Cannes do ano passado, é o mais novo filme do diretor Bertrand Bonello. A sexualidade é tema recorrente na obra do cineasta, que já havia ganhado destaque em Tiresia (2003) e Le Pornographe (2001), filmes muitíssimos premiados. No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">L’Apollonide: Os amores da casa de tolerância (2011), que concorreu à Palma de Ouro no festival de Cannes do ano passado, é o mais novo filme do diretor Bertrand Bonello. A sexualidade é tema recorrente na obra do cineasta, que já havia ganhado destaque em Tiresia (2003) e Le Pornographe (2001), filmes muitíssimos premiados. No entanto, Os amores da casa de tolerância aborda essa questão sob a perspectiva das prostitutas de luxo do bordel parisiense L’Apollonide, que tem seu auge e seu declínio entre o fim do século XIX e o começo do XX. Dessa forma, o longa de Bonello, por discutir também o tema da prostituição, apresenta explícito viés social e psicológico, que, mesmo nesta breve análise, não podemos renegar.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A sociedade europeia, no período histórico citado, vive a Belle Epoque, o auge da tecnologia, da burguesia, da “superioridade do homem civilizado”, do imperialismo: “Suma ciência x Suma potência = Suma Felicidade”, como proferiu Jacinto de Tormes, personagem de Cidade e as Serras (Eça de Queiroz).</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Todavia, o filme não nos poupa da crua verdade de que toda essa civilização esconde por debaixo do tapete – ou melhor, dentro do bordel- uma de suas faces mais brutais: a subjugação da mulher e a sublimação dos laços amorosos. “Vamos fazer comércio?” é máxima repetida pelas prostitutas.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.leriaselixos.com.br/wp-content/uploads/2012/02/lerias1.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-11001" title="lerias1" src="http://www.leriaselixos.com.br/wp-content/uploads/2012/02/lerias1-570x366.jpg" alt="" width="570" height="366" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Aliás, Pauline (Illiana Zabeth) talvez seja o melhor exemplo da situação vivenciada pelas mulheres na sociedade patriarcal burguesa: jovem menina que busca o L’Apollonide para ser livre e independente. Assim, encontra-se num paradoxo aparentemente insolúvel: embora tenha rompido com status quo, buscado a liberdade e o domínio sobre a própria vida – atitude que requer alta dose de coragem-, vive num lugar onde é tratada como objeto. É, mais do que nunca, explorada pelo homem e, devido às dívidas com a dona da casa dos prazeres Marie-France (Noémie Lvovsky), vê as colegas presas ao bordel, numa condição análoga a da escravidão.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a cultura machista está tão arraigada na sociedade que o masculino torna-se, ao mesmo tempo, fonte de exploração &#8211; na figura do cliente &#8211; e de emancipação &#8211; com a tão almejada proposta para sair do bordel. Isto é, o homem é herói e algoz, a mulher é rebelde e submissa. A casa de tolerância transforma-se, pois, num microcosmo da sociedade vigente &#8211; contraditória e opressora. Assistir a este filme é, portanto, entender o que Simone de Beauvoir quis dizer quando afirmou que o sexo feminino é, na verdade, o segundo sexo.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Psicologicamente, Bonello explora conceitos sobre sexualidade estudados por Freud, como perversão, fetiche, sadismo, masoquismo e exibicionismo, além de referências explícitas aos contos eróticos de Marquês de Sade. As consequências psíquicas da prostituição e a maneira pela qual as mulheres enfrentam essa dura situação também são abordadas: a depressão e o abuso do uso de drogas, representado pelo caso de Clotilde (Céline Sallette); a busca de apoio, conforto e carinho com as colegas de profissão; o refúgio nos sonhos; e a esperança de um futuro melhor. Outro aspecto explorado é a degradação psicológica decorrente da deterioração física, como é o caso de Samira (Hafsia Herzi). Ela contrai sífilis em um de seus “comércios” e assiste ao declínio da saúde, da dignidade e da vida, escancarando a fragilidade que é depender do corpo para sobreviver. Inclusive, a relação da mulher com seu corpo é outro tema minuciosamente discutido: a prostituta é a mulher que decidiu se sublevar e ser dona de seu próprio destino num contexto em que pouquíssimas ousavam fazê-lo, mas que, contudo, é refém de sua aparência e sente-se presa ao próprio corpo, numa clausura que só podemos imaginar. O diretor apresenta-nos aqui, então, outro paradoxo vivido pela mulher na era burguesa.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.leriaselixos.com.br/wp-content/uploads/2012/02/filmelerias2.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-11002" title="filmelerias2" src="http://www.leriaselixos.com.br/wp-content/uploads/2012/02/filmelerias2-570x381.jpg" alt="" width="570" height="381" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Do ponto de vista artístico, o filme é, sobretudo, poético e eclético, com atrizes esplendorosas e construído a partir de várias histórias individuais que se confluem no ambiente do bordel. Extrapola, assim, a esfera cinematográfica para a situação da mulher na sociedade da época e na atual.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Cheio de metáforas, alegorias, metonímias e paradoxos, com uma fotografia magnífica, repleta de obras de arte, e trilha sonora inesperada. Essa composição dá ao filme um tom ora direto, ora sutil; ora humano, ora animal; ora cômico, ora trágico; ora irônico, ora terrível; ora real, ora fantástico. Penetra intimamente no reino feminino, mostrando as idiossincrasias da prostituição e expõe a beleza, a complexidade, o mistério, o sorriso, a fragilidade, a força, enfim, todas as nuances da alma feminina.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A síntese desse estilo cinematográfico arrebatador seria a história de Madeleine (Alice Barnole), uma das prostitutas mais bonitas do L’Apollonide, porém que, na tentativa de satisfazer um cliente, acaba tendo sua aparência eternamente danificada. Dessa forma, durante os 122 minutos, presenciamos estarrecidos o processo de reificação dessa personagem, que é comparada a um monstro, a um fantoche e a uma boneca, mas que não passa de uma mercadoria.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Isto posto, L’Apollonide: Os amores da casa de tolerância é tentativa de denúncia da degradação a que as mulheres foram e são submetidas e, concomitantemente, uma exaltação à particularidade feminina e à inerente capacidade de atuar na vida. Ou seja, um filme que toda mulher deveria assistir e que, principalmente, todo homem deveria admirar, procurar entender, sentir, estudar e, é claro, deleitar-se com esse franco elogio ao deslumbre feminino. Finalmente, com L’Apollonide entenderemos melhor o que vivem tantas Anas mundo afora e que não são somente de Amsterdam, mas também de Paris, de São Paulo, da esquina de nossas casas.</p>
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		<title>O realismo é o maior pecado de &#8220;Luck&#8221;, a nova série da HBO</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 05:16:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edu Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[nao exibir]]></category>
		<category><![CDATA[Principais]]></category>
		<category><![CDATA[Séries]]></category>
		<category><![CDATA[Zoom em Edu]]></category>
		<category><![CDATA[Série pode ter surgido já fadada ao fracasso...]]></category>

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		<description><![CDATA[O que pode dar errado quando a produção de uma série reúne nomes como Michael Mann (O Informante), Dustin Hoffman (“Rain Man”), Nick Nolte (O Príncipe das Marés) e tem a marca HBO por trás? Tem tudo para ser um grande sucesso não é? É, mas “Luck” dificilmente será. Especialmente se o êxito for definido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O que pode dar errado quando a produção de uma série reúne nomes como <strong>Michael Mann</strong> (O Informante), <strong>Dustin Hoffman</strong> (“Rain Man”), <strong>Nick Nolte</strong> (O Príncipe das Marés) e tem a marca <strong>HBO</strong> por trás? Tem tudo para ser um grande sucesso não é? É, mas “<strong>Luck</strong>” dificilmente será. Especialmente se o êxito for definido pela audiência.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A série, que estreou no dia 29 de Janeiro, foi propositalmente pensada para ser um mergulho profundo no mundo do turfe, tirando uma tangente em outros jogos de azar. Uma experiência de real imersão no mundo das corridas de cavalo: hipódromo, proprietários de animais, treinadores, jóqueis, apostadores (ocasionais e habituais), mafiosos que tentam tirar proveito do jogo e tudo mais que você possa pensar. Para alguém versado nesse universo, a série é um prato cheio. Para a maioria dos mortais, infelizmente, ela será uma caixa preta. O criador <strong>David Milch</strong> (“NYPD Blue”) disse ter feito um grande esforço para evitar que “<strong>Luck</strong>” ficasse incompreensível para muitos. Infelizmente, não foi o suficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Ace Bernstein (<strong>Dustin Hoffman</strong>) é um mafioso da velha guarda que fez fortuna gerenciando jogos de azar ilegais. Acaba preso injustamente por tráfico de drogas, assumindo a culpa para não dedurar seu sócio. Ao sair da prisão &#8211; em liberdade condicional &#8211; é recepcionado por Gus Demitriou (<strong>Dennis Farina</strong>), seu motorista, amigo e confidente há muitos anos. Ace quer vingança e como parte do seu plano precisa comprar um hipódromo na Califórnia, Estado onde os cassinos são ilegais. Sua ideia é organizar a jogatina tendo as corridas de cavalo como fachada e o hipódromo como lavanderia monetária.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Fico especialmente triste com o resultado final por ver em “<strong>Luck</strong>” muitas qualidades. As cenas das corridas são lindas e filmadas como se cada um de nós fosse um jóquei no hipódromo de Santa Rita na Califórnia. Os personagens são interessantes e cheios de possibilidades. Desde o mafioso recém-libertado da cadeia após cumprir (pasmem!) pena por um crime que não cometeu, passando por um gênio das apostas em cavalos, mas que é viciado em pôquer, até chegar a um amargurado treinador veterano que vê em um novo animal sua chance de redenção. A busca pelo realismo e verossimilhança é admirável, mas ao mesmo tempo é isso que faz a série pouco palatável para a maioria das pessoas. Definindo “<strong>Luck</strong>” em uma palavra, ela é <strong>hermética</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">E você? Gostou? Comente!</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Ficha Técnica:</strong></span></h2>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Elenco:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dustin Hoffman</strong> (“Tootie”) &#8211; Chester &#8220;Ace&#8221; Bernstein</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dennis Farina</strong> (“Saving Private Ryan”) &#8211; Gus Demitriou</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>John Ortiz</strong> (“The Job”) &#8211; Turo Escalante</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Richard Kind</strong> (“Spin City”) &#8211;  Joey Rathburn</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Kevin Dunn</strong> (“Transformers”) &#8211; Marcus</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ian Hart</strong> (“Dirt”) &#8211; Lonnie</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ritchie Coster</strong> (“American Gangster”) &#8211; Renzo</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jason Gedrick</strong> (“Necessary Roughness”) &#8211; Jerry</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Kerry Condon</strong> (“Rome”) &#8211; Rosie Shanahan</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Gary Stevens (*)</strong> &#8211; Ronnie Jenkins</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tom Payne</strong> (“Beautiful People”) &#8211; Leon Micheaux</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jill Hennessy</strong> (“Autumn in New York“) &#8211; Jo</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nick Nolte</strong> (“Hulk”) &#8211; Walter Smith</p>
<p style="text-align: justify;">(*) Gary L. Stevens faz sua estreia como ator. Ele foi um jóquei de sucesso que obteve vitórias importantes como o Kentucky Derby, o Preakness Stake e o Belmonte Stakes durante sua carreira.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Produtores:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>David Milch</strong> (“Hill Street Blues”)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Michael Mann</strong> (“Collateral”)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carolyn Strauss</strong> (“Treme”)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Wando vai muito além das calcinhas</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 13:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Otero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[nao exibir]]></category>
		<category><![CDATA[Zoom em Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[O adeus de um ícone do brega e da Música Popular Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[A Música Popular Brasileira tem lá suas figuras pitorescas. Figuras que só conseguiriam surgir e encontrar seu espaço por aqui, em nossa terra. E uma delas com certeza foi o mineiro Wanderley Alves dos Reis, o Wando, que nos deixou no dia 8 de fevereiro, vitimado por problemas cardíacos, em Minas Gerais. O Wando das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Música Popular Brasileira tem lá suas figuras pitorescas. Figuras que só conseguiriam surgir e encontrar seu espaço por aqui, em nossa terra. E uma delas com certeza foi o mineiro Wanderley Alves dos Reis, o Wando, que nos deixou no dia 8 de fevereiro, vitimado por problemas cardíacos, em Minas Gerais. O Wando das calcinhas, o obsceno, aquele que se especializou em cantar para as mulheres, com fogo e paixão, em uma manhã de sol.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-10886" href="http://www.leriaselixos.com.br/wando-vai-muito-alem-das-calcinhas/wando4/"><img class="size-large wp-image-10886 aligncenter" src="http://www.leriaselixos.com.br/wp-content/uploads/2012/02/wando4-570x859.jpg" alt="" width="570" height="859" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Julgado brega, Wando na verdade militava em uma espécie de limiar da música popular. Sua produção musical teve momentos incrivelmente inspirados no início da carreira, com influência direta do samba. E em nada se identificava com o tal setor brega da MPB. Mesmo a sua produção romântica desse período, cujo maior expoente da época foi a canção &#8220;Moça&#8221;, não dava para ser classificada como piegas.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A tal fama de conquistador da música, que já vinha se consolidando gradativamente nos anos 80,  se acentuou no início da década seguinte, quando lançou o disco Tenda dos Prazeres, em cuja turnê de divulgação ele passou a distribuir calcinhas para o público. Uma prática que foi repetida até o fim de sua vida artística. Estava criado assim o mito romântico de cunho brega. Um personagem que ele mesmo fazia questão de cultuar e interpretar com maestria no palco. Sua coleção de peças íntimas contava com 17 mil itens, conforme ele mesmo revelou em entrevistas.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O fato é que Wando conseguiu manter a carreira sempre em evidência, em vez de cair naquele ostracismo e distanciamento da mídia, como ocorreu com muitos cantores de sua época. Nem mesmo a pirataria proporcionada pela internet afetou a sua carreira. Pelo contrário: serviu para ampliar ainda o público que ia aos seus shows. Como ele mesmo disse em uma gravação feita para o seu site oficial, a pirataria permitiu que muitos tivessem acesso a sua obra.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-10887" href="http://www.leriaselixos.com.br/wando-vai-muito-alem-das-calcinhas/wando7/"><img class="size-full wp-image-10887 aligncenter" src="http://www.leriaselixos.com.br/wp-content/uploads/2012/02/wando7.jpg" alt="" width="560" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">E não é que Wando influenciou as gerações mais novas, no bom sentido? Nando Reis, Zeca Baleiro e Pedro Luis (do grupo Pedro Luis e a Parede) costumam cantar suas músicas em shows ao vivo. Um sinal claro que a arte de Wando ia muito além da sua vasta coleção de roupas íntimas femininas.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Esse carisma popular talvez explique toda a repercussão que houve na ocasião de sua morte. As redes sociais Twitter e Facebook divulgaram várias mensagens em sua homenagem, como forma de expressar a sua importância para a música. Até quem tinha vergonha de assumir o gosto pela música de Wando acabou assumindo publicamente.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Com sua saída inesperada da música, Wando deixou um legado musical que com certeza  será descoberto pelas novas gerações de músicos. Principalmente por provar que é possível ter uma imagem associada ao brega, e ao mesmo tempo manter a integridade de sua carreira como artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><object width="560" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2nTg5wkhLPo?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="400" src="http://www.youtube.com/v/2nTg5wkhLPo?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Colorama lança coleção limitada de esmaltes para o Carnaval</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Feb 2012 13:59:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bia Tabosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Moda e Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[nao exibir]]></category>
		<category><![CDATA[Zoom em Bia]]></category>
		<category><![CDATA[São quatro opções e uma cobertura quase R$20!]]></category>

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		<description><![CDATA[Está chegando o feriado mais esperado por todos nós! E para arrasar nos blocos de carnaval, a Colorama lançou uma coleção limitada chamada &#8220;Rode a baiana, é carnaval!&#8221;. Confira abaixo as cores que vão ser sucesso: &#160; &#160; Rainha da Bateria é definitivamente a cor mais bonita da coleção, misturando verde e cinza com efeito cromado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Está chegando o feriado mais esperado por todos nós! E para arrasar nos blocos de carnaval, a Colorama lançou uma coleção limitada chamada &#8220;Rode a baiana, é carnaval!&#8221;. Confira abaixo as cores que vão ser sucesso:</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.leriaselixos.com.br/wp-content/uploads/2012/02/colorama.jpg"><img class="size-medium wp-image-10900 aligncenter" src="http://www.leriaselixos.com.br/wp-content/uploads/2012/02/colorama-332x249.jpg" alt="" width="560" height="400" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Rainha da Bateria </strong>é definitivamente a cor mais bonita da coleção, misturando verde e cinza com efeito cromado &#8211; dependendo da posição em que a luz bate, a unha reflete azul, roxo, verde ou cinza. De longe o mais incrível!</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Abre Alas </strong>é um prata bem metálico com nuances em verde, rosa e lilás.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Odalisca</strong> tem cobertura flocada em tons de laranja com base coral meio alaranjada e chama mais atenção se passado sobre um esmalte cremoso escuro. Já que é carnaval, vamos chamar atenção né?</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Melindrosa</strong> é estranho. No potinho é uma cor e na unha outra. Assim como o Odalisca, ele tem cobertura flocada, porém quando passado em cima de um outro esmalte cremoso escuro seus flocos surgem com tons de dourado e verde.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O  esmalte braquinho &#8211; ao centro -  é uma cobertura com reflexos azulados, para as mais tímidas.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Eu &#8211; e o meu espírito de pobre &#8211; achamos caro! Onde já seu viu pagar R$19,90 por quatro esmaltes e uma coberturazinha da Colorama? O que vocês acharam?</p>
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		<title>Paul McCartney revisita memória musical em &#8220;Kisses On The Bottom&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 02:09:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Otero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[nao exibir]]></category>
		<category><![CDATA[Zoom em Luiz]]></category>
		<category><![CDATA[Álbum tem apenas duas músicas inéditas.]]></category>

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		<description><![CDATA[Há tempos Paul McCartney acalentava esse sonho. Afinal de contas, as canções que nortearam sua infância e adolescência, vindas principalmente de filmes musicais do cinema, ainda permaneciam em sua mente. E finalmente a ideia saiu do papel, com o velho Macca assumindo o papel de crooner no melhor estilo anos 40/50. &#160; &#8220;Kisses On The [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há tempos Paul McCartney acalentava esse sonho. Afinal de contas, as canções que nortearam sua infância e adolescência, vindas principalmente de filmes musicais do cinema, ainda permaneciam em sua mente. E finalmente a ideia saiu do papel, com o velho Macca assumindo o papel de crooner no melhor estilo anos 40/50.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Kisses On The Bottom&#8221; é basicamente um disco de releituras. Contém apenas duas canções inéditas: &#8220;My Valentine&#8221; (parceria com Eric Clapton) e &#8220;Only Our Hearts&#8221;, esta última escrita e tocada em parceria com outra lenda, Stevie Wonder, com quem já tinha trabalhado nos anos 80 em duas canções, sendo &#8220;Ebony And Ivory&#8221; a mais célebre delas.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-10359" href="http://www.leriaselixos.com.br/paul-mccartney-revisita-sua-memoria-musical-em-kisses-on-the-bottom/the-late-show-with-david-letterman-july-15-2009-paul-mccartney-in-concert/"><img class="size-large wp-image-10359 aligncenter" src="http://www.leriaselixos.com.br/wp-content/uploads/2012/01/paulmccartney5-570x442.jpg" alt="" width="570" height="442" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">As duas inéditas, aliás, seguem o mesmo tipo de arranjo das releituras das canções antigas. McCartney fez questão de manter uma sonoridade limpa e básica, semelhante a de um disco antigo dos anos 40, mantendo-se fiel a trilha sonora de sua infância.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para o público brasileiro, talvez seja um pouco difícil reconhecer as canções eleitas por McCartney para esse disco. &#8220;Paper Moon&#8221; é uma das mais próximas, por conta de ter sido regravada também por Natalie Cole no disco tributo ao seu pai, Nat King Cole, nos anos 80. Algumas das  pérolas musicais escolhidas foram originalmente interpretadas por nomes como Fred Astaire. Ou compostas por ícones como Cole Porter e Harold Arlen, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Ac-Cent-Tchu-Ate The Positive&#8221;, de Harold Arlen, é uma faixa que exemplifica bem a sonoridade que McCartney definiu para o disco. Uma batida jazzística bem na linha do já citado mestre Nat King Cole. E uma interpretação recheada de respeito de McCartney pelos seus ídolos.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;My Very Good Friend The Milkman&#8221;, escrita por Johnny Burke, também foi regravada por Eric Clapton em um de seus discos mais recentes. Curiosamente, tanto Clapton como McCartney são britânicos e viveram a infância no auge dos musicais de cinema. Isso talvez explique a paixão que ambos nutrem por essas composições antigas.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Bye Bye Blackbird&#8221; nada tem a ver com &#8220;Blackbird&#8221;, composição de estilo folk de McCartney incluída no mítico &#8220;Álbum Branco&#8221; dos Beatles. Trata-se na verdade de uma canção escrita em 1926, por Ray Henderson e Mort Dixon.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Para os beatlemaníacos, &#8220;Kisses On The Bottom&#8221; pode ser uma decepção pelo simples fato de ter pouca produção própria de McCartney. Porém, quem for esperto e ouvi-lo com a devida atenção, irá perceber de onde o velho Macca buscava tanta inspiração para compor as suas próprias obras-primas. E cá entre nós, quem coleciona Beatles, vai acabar comprando o disco de qualquer jeito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><object width="560" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QCH9ShxrAbU?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="400" src="http://www.youtube.com/v/QCH9ShxrAbU?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Livro mostra Adele muito além das músicas tristes</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 11:33:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pâmela Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Zoom em Pâmela]]></category>
		<category><![CDATA[Artista é conhecida pela sinceridade e pelo bom humor]]></category>

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		<description><![CDATA[No começo de 2012 chegou às livrarias brasileiras o livro Adele, de Chas Newkey-Burden. Lançada pela editora LEYA, a biografia de uma das artistas inglesas mais conhecidas no mundo pega carona no furacão soul que encantou o mundo com Someone Like You, Rolling in the deep, Make you feel my love, Rumour has it, entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No começo de 2012 chegou às livrarias brasileiras o livro <a href="http://el2.me/9RGF"><em>Adele</em>, de Chas Newkey-Burden</a>. Lançada pela editora LEYA, a biografia de uma das artistas inglesas mais conhecidas no mundo pega carona no furacão soul que encantou o mundo com <em>Someone Like You, Rolling in the deep, Make you feel my love, Rumour has it</em>, entre outros, e busca mostrar a trajetória desse jovem sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Em quase 200 páginas, o autor descreve de forma detalhista quem é a britânica de apenas 23 anos que faz fãs chorarem ao redor do mundo com seus dramas pessoais e amorosos. De sua infância humilde, passando pelo afastamento do pai e pelo ingresso na <em>BRIT</em> (escola de Artes do governo, na qual também estudaram Amy Winehouse, Leona Lewis e Jessie J), a obra mostra que tem tudo para desmistificar a mulher que existe por trás de melodias e letras tão depressivas.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A história de Adele encanta desde a primeira linha, coisa que não acontece com o texto de Chas que às vezes parece preguiçoso (precisa repetir tanto os parágrafos?). A tradução também não ajuda e acaba por deixar algumas sentenças e passagens da vida da cantora sem liga ou motivo aparente para serem publicadas, mas como a obra fala de Adele todos esses imprevistos são ultrapassados e já na metade do livro fica impossível não cantarolar uma música da artista entre o virar das páginas.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-10691" href="http://www.leriaselixos.com.br/livro-mostra-adele-muito-alem-das-musicas-tristes/attachment/11355318/"><img title="11355318" src="http://www.leriaselixos.com.br/wp-content/uploads/2012/01/11355318.jpg" alt="" width="550" height="809" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Adele</em> também fala sobre as infindáveis e intermináveis comparações que surgem entre ela e Amy Winehouse, fala de seu amor pelo pop e por artistas como Gaga, Britney, Rihanna e Beyoncé, além de sua profunda irritação pelos paparazzi. E são exatamente as declarações de Adele que fazem da obra uma leitura divertida! Em um dos capítulos, por exemplo, o autor aborda as indagações feitas pelos críticos e jornalistas sobre o peso de Adele quando ela iniciou sua turnê pelos EUA  e, brilhantemente, ela responde:<em> &#8220;Eu sabia que me perguntariam &#8211; especialmente aqui, com a coisa toda de Hollywood &#8211; se eu me sentia pressionada a emagrecer. Não acho que isso seja importante. Acho que já teve mais importância, e acredito que as pessoas estão mais preocupadas em comentar sobre a sua aparência do que sobre suas atitudes. Eu gravei um disco. Não quero estampar a capa da Playboy. Quero estampar a capa da Rolling Stones, vestida.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">Com isso você percebe que muito diferente do que imaginamos depois de ouvir os álbuns &#8220;19&#8243; e &#8220;21&#8243;, Adele é aquele tipo de pessoa da qual todos gostam de ser amigo, pois é engraçada, sincera e inteligente. Não se assuste também se depois da leitura você correr atrás de apresentações memoráveis citadas na obra como a de uma leve chuva de glitter de &#8220;Someone Like You&#8221; ou da pequena participação no seriado <em>Ugly Betty</em>. Também deverá bater em você a vontade de ouvir novamente os álbuns da cantora prestando atenção à letra e história de cada uma das canções.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, o livro <em>Adele</em> tenta e consegue mostrar a artista por trás das musicas melancólicas e a mulher que existe dentro dessa artista, torcendo que para no fundo Adele nunca deixe de ser &#8220;uma pessoa como você&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><object width="560" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yQIQ-1vpWfs?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="400" src="http://www.youtube.com/v/yQIQ-1vpWfs?version=3&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Se você gosta de Adele, poderá se interessar ainda por isso <a href="http://http://el2.me/91yd">aqui</a>!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>As Aventuras de Tintim impressiona, mas ainda é filme infantil</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 10:48:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maiara Tissi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Zoom em Maiara]]></category>
		<category><![CDATA[E quem não lembra do famoso desenho da TV Cultura? O Lérias lembra... e muito bem!]]></category>

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		<description><![CDATA[O personagem Tintim foi criado pelo autor belga Hergé e teve sua primeira história publicada em um jornal francês em 1929. Hoje, desconhecido pelo publico infantil, ele ganha vida nas telonas pelas mãos de ninguém menos que Steven Spielberg e Peter Jackson. Spielberg dirige enquanto Jackson assina como produtor. Na já confirmada sequência, os dois [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="text-align: justify;">O personagem Tintim foi criado pelo autor belga Hergé e teve sua primeira história publicada em um jornal francês em 1929. Hoje, desconhecido pelo publico infantil, ele ganha vida nas telonas pelas mãos de ninguém menos que Steven Spielberg e Peter Jackson. Spielberg dirige enquanto Jackson assina como produtor. Na já confirmada sequência, os dois inverterão os papéis.</span></p>
<p><span style="text-align: justify;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-align: justify;"><a rel="attachment wp-att-10720" href="http://www.leriaselixos.com.br/as-aventuras-de-tintim-impressiona-mas-ainda-e-filme-infantil/the-adventures-of-tintin-movie-545/"><img src="http://www.leriaselixos.com.br/wp-content/uploads/2012/02/the-adventures-of-tintin-movie-545.jpg" alt="" width="545" height="333" /></a><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Já faz 10 anos que a Dreamworks (produtora de Spielberg) comprou os direitos cinematográficos de toda a série de Hergé e o diretor iniciou seu projeto de filme live-action sobre Tintim. Alguns atores já tinham até mesmo sido cotados para interpretarem o querido protagonista. Na lista estavam Rupert Grint e Jamie Bell, que mesmo após tanto tempo ganhou o papel.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p><a rel="attachment wp-att-10722" href="http://www.leriaselixos.com.br/as-aventuras-de-tintim-impressiona-mas-ainda-e-filme-infantil/17nxg_tintin_837368f/"><img class="aligncenter size-large wp-image-10722" src="http://www.leriaselixos.com.br/wp-content/uploads/2012/02/17NXG_TINTIN_837368f-570x320.jpg" alt="" width="570" height="320" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Tanta espera, no entanto, valeu a pena, já que depois de ter decidido trocar os atores e cenários reais por uma animação, o diretor pôde contar com a mais moderna tecnologia 3D e a captura de movimento &#8211; efeito que chega a ser belo, impressiona e é o ponto forte do filme. O <a href="http://2.bp.blogspot.com/_yRelGd3uWnY/S5TO_sW9-JI/AAAAAAAAAA8/KGvp_eqqK7I/s1600-h/Tintin+Movie+behind+The+Scenes.jpg">método</a>, porém, foi o responsável por invalidar o filme como animação e tirá-lo da disputa pelo Oscar. Pelo menos como Melhor Animação, já que a mais uma vez excelente trilha sonora de John Williams disputa sim a categoria “Melhor Trilha Sonora”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das vantagens da escolha por captura de movimento em vez de live-action é o leque infinito de possibilidades para as cenas de ação, grande foco do longa. Tintim é a mistura jornalista entre Indiana Jones e James Bond, jovem e curioso, é uma delícia entrar com ele na aventura em busca de um misterioso navio afundado há muitos anos chamado O Licorne. Na jornada, o protagonista precisa lidar com o vilão Ivan Ivanovitch Sakharin (Daniel Craig) e encontra um aliado no Capitão Haddock (Andy Serkis), responsável pelos momentos cômicos da trama e motivador ainda maior de risadas do que a dupla, já conhecida pelos fãs, Dupond &amp; Dupont (Simon Pegg e Nick Frost).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="aligncenter size-large wp-image-10721" src="http://www.leriaselixos.com.br/wp-content/uploads/2012/02/adventures-of-tintin-movie-image-20-570x321.jpg" alt="" width="570" height="321" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de atrair o público jovem-adulto &#8211; que já conhece os personagens dos quadrinhos e desenhos animados &#8211; e das cenas de ação, não se engane, <em>As Aventuras de Tintim</em> é um filme infantil. Vale o ingresso se você tem um carinho pelo personagem ou se quiser ver o resultado do trabalho de dois grandes nomes do cinema. Se este não for o seu caso, é melhor deixar para a criançada mesmo. Mas se for, olha que coisa legal o Lérias achou (clique <a href="http://el2.me/9RFs">aqui</a>). Tá coçando o dedo!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>&#8220;Imortais&#8221; é uma péssima escolha para ver no cinema</title>
		<link>http://www.leriaselixos.com.br/imortais-e-uma-pessima-escolha-para-ver-no-cinema/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=imortais-e-uma-pessima-escolha-para-ver-no-cinema</link>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 04:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Felipe Guimaraes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Zoom em Felipe]]></category>
		<category><![CDATA[Filme tenta seguir "300" mas falha terrivelmente]]></category>

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		<description><![CDATA[Após o lançamento de &#8220;300&#8243;, blockbuster de Zack Snyder que teve estrondoso sucesso, muitos filmes e séries que tratam sobre gregos, romanos, mitologia e afins tentaram seguir seu estilo, ou até mesmo superá-lo. A série &#8220;Spartacus: Sangue e Areia&#8221;, por exemplo, é uma série com maior qualidade do que o longa, competindo com &#8220;True Blood&#8221; em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Após o lançamento de &#8220;300&#8243;, blockbuster de Zack Snyder que teve estrondoso sucesso, muitos filmes e séries que tratam sobre gregos, romanos, mitologia e afins tentaram seguir seu estilo, ou até mesmo superá-lo. A série &#8220;Spartacus: Sangue e Areia&#8221;, por exemplo, é uma série com maior qualidade do que o longa, competindo com &#8220;True Blood&#8221; em relação às cenas picantes e polêmicas. Além disso, a série possui uma história política que é essencial para que não cair na mesmice de sexo e sangue (mesmo que isso seja a base do seriado). E são filmes como &#8220;Imortais&#8221;, em cartaz no cinema, que mostram que tentar lucrar com o sucesso de um outro longa pode ser desastroso.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A história é simples: após a morte de seus familiares, o rei Hyperion deseja se vingar dos deuses ao libertar os titãs e, para isso, ele precisa achar o Arco de Epiro. Para encontrar o arco, o rei precisa encontrar o oráculo. Durante essas idas e vindas, Hyperion encontra Teseu, um camponês que é protegido pelos deuses e que será seu principal oponente.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.cinemenu.com.br/noticias/wp-content/uploads/2011/11/filme-imortais-clipe-violento.jpg" alt="" width="575" height="322" /></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">É uma sinopse simples que não entra em detalhes para não estragar o filme, pois o roteiro é tão picotado e mal contado que a história poderia ser resumida facilmente em um ou dois parágrafos, ao contrário dos cento e dez minutos de duração. A verdade é que a montagem do filme é sofrível, tendo muitas cenas que  não se encaixam, pois ou elas duram apenas quinze segundos ou elas não acrescentam nada à história. Ou ainda, como ocorre em muitos casos, elas duram quinze segundos e não servem para nada! Parece que enxugaram a história em vez de torná-la simples e prática para o filme.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A fotografia possui como base o filme &#8220;300&#8243;, sem sombras de dúvidas. Porém, nas cenas em câmera lenta, o diretor de &#8220;Imortais&#8221;, Tarsem Singh, não conseguiu fazer a mesma façanha de Zack Snyder. Enquanto Snyder tirava de seus atores feições de ódio e raiva, motivos que fizeram a atuação de Gerard Butter ser aclamada pelo público, Singh consegue tirar caretas temerosas de seus atores durante a coreografia da luta em câmera lenta. Prova disso é a sala de cinema rindo de diversas cenas de ação. Claro, os efeitos especiais são impecáveis, mesmo com um 3D extremamente fraco.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.portaldasnoticias.com/wp-content/uploads/2011/12/filme-imortais-2.jpg" alt="" width="560" height="400" /></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">E enquanto &#8220;300&#8243; possui uma atuação louvável de seu protagonista, &#8220;Imortais&#8221; não consegue tirar nenhuma atuação digna. Henry Cavill, que será o futuro Super-Homem, não consegue criar uma identidade forte e marcante como Teseu, algo que o vilão, interpretado pelo famoso Mickey Rourke consegue. Mas  mesmo conseguindo o carisma do público, Rourke está atuando no &#8220;piloto automático&#8221; desde &#8220;Homem de Ferro 2&#8243; e muita gente só fica puxando o saco do ator por causa de sua atuação formidável em &#8220;O Lutador&#8221; (2008).</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Sendo assim, &#8220;Imortais&#8221; é uma furada das boas. Claro, quem quiser assistir cinema apenas por diversão, provavelmente vai gostar do filme. Contudo, o 3D é desnecessário (quase não há cenas em três dimensões), a história é extremamente fraca, a trilha sonora é exagerada, os atores não são carismáticos e nem conseguem conquistar o público, e o final é um pouco brochante. E como mamãe sempre diz: &#8220;quem avisa, amigo é&#8221;. Mas lembrando: para perder tempo, &#8220;Imortais&#8221; deve ser uma boa escolha, mas nem isso sei responder ao certo, pois o cara do meu lado, por exemplo, começou a fuçar no Facebook dele depois de meia hora de filme.</p>
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		<title>Etta James: A despedida de um mito do blues em grande estilo</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 03:22:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luiz Otero</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Zoom em Luiz]]></category>
		<category><![CDATA["The Dreamer" foi o último presente da cantora norte-americana para o público]]></category>

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		<description><![CDATA[Ícone da música internacional, Etta James faleceu no dia 20 de janeiro e deixou o mundo da música. Ela foi referência para diversas cantoras da atualidade (inclusive a celebrada Adele), por causa da garra e precisão de suas interpretações, sempre recheadas de energia e alto astral. &#160; E nem mesmo os graves problemas de saúde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p>Ícone da música internacional, Etta James faleceu no dia 20 de janeiro e deixou o mundo da música. Ela foi referência para diversas cantoras da atualidade (inclusive a celebrada Adele), por causa da garra e precisão de suas interpretações, sempre recheadas de energia e alto astral.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>E nem mesmo os graves problemas de saúde impediram que ela voltasse aos estúdios para gravar mais um álbum. Lançado no final de 2011, &#8220;The Dreamer&#8221; é um disco cheio de suíngue e energia, bem ao estilo da eterna diva da música norte-americana.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>A essência de Etta James era o blues e a soul music, muito embora ela se ambientasse bem no jazz. A escola dela é o blues de Chicago, da gravadora Chess, de cujo elenco de artistas ela também fez parte.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>O disco começa com uma faixa de título sugestivo &#8211; &#8220;Groove Me. Groove&#8221;, aliás, é o que não falta nessa canção, assim como na faixa seguinte (&#8220;Champagne &amp; Wine&#8221;). O blues e a soul se fundem em &#8220;Misty Blue&#8221;, quando Etta destila toda a sua maestria como intérprete. E a experiência se repete na canção &#8220;Let Me Down Easy&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>O inusitado fica por conta da releitura de &#8220;Welcome To The Jungle&#8221;, do grupo Guns´n Roses. Nada mal para uma veterana que já havia revisitado canções de nomes como Alice Cooper.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>&#8220;The Dreamer&#8221; é um disco cheio de nostalgia, apesar de conter canções inéditas em sua voz. É uma aula de interpretação e bom gosto musical, com a assinatura de uma das maiores cantoras de todos os tempos. Creio que esses atributos já bastam para convencer o ouvinte a fazer uma audição do álbum.</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Confira o vídeo com o áudio de &#8220;Misty Blue&#8221;, quando Etta comprova toda a sua genialidade:</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><object width="560" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Qj4s9l_5KEA?version=3&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="400" src="http://www.youtube.com/v/Qj4s9l_5KEA?version=3&amp;hl=pt_BR" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
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