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Pérolas do Passado – The Rose, o despertar de Bette Midler

Um dia desses, remexendo na minha coleção de discos, me deparei com a capa da trilha sonora do filme A Rosa, estrelado por Bette Midler em 1979, que na época acabou sendo indicada até para o Oscar de melhor atriz. E percebi que, apesar do tempo ter passado, o filme ainda continua sendo uma referência em termos de produção musical com roteiro dramático.

Com direção de Mark Rydell, a história gira em torno da personagem Mary Rose Foster, uma cantora de rock que vive um auge de popularidade, ao mesmo tempo em que se sente desgastada com o ritmo frenético das turnês e pelo crescente vício das drogas e do álcool. Uma situação corriqueira, com a qual volta e meia nos deparamos no meio artístico.

Rose então pede para o seu empresário, Rudge Campbell, interpretado pelo ator Alan Bates, uma pausa para pode recobrar as energias. No entanto, Campbell se recusa a interromper a turnê, fazendo com que a artista se rebele.

A cantora busca apoio em seu motorista, Huston Dyer, vivido pelo ator Frederic Forrest. Apaixonada, ela foge com o namorado, que por sua vez não consegue acompanhar o estilo hedonista e autodestrutivo de vida da companheira.

Ao ver seu amado partir, Rose acaba se afundando no vício. Localizada pelo empresário, ela é levada para um show em sua Cidade natal. Totalmente chapada, ainda consegue cantar a balada Stay With Me, antes de cair no palco, morta, vítima de uma overdose fulminante de entorpecente.

O roteiro foi inspirado na trajetória da cantora Janis Joplin. As coincidências são muitas. Janis era chamada de Pearl e a personagem de Rose faz alusão a flor. E Janis também fez uma apresentação em sua Cidade natal nos Estados Unidos. Ambas acabam morrendo vítimas do vício das drogas, com vidas pessoais marcadas pelos excessos do show business.

A parte inicial do filme é antológica. Como uma autêntica band leader, Bette Midler canta um repertório até então desconhecido do grande público. A mais conhecia era a balada When A Man Loves A Woman, de Percy Sledge (que Michael Bolton também regravaria com sucesso anos mais tarde).

É bem verdade que Bette não era conhecida ainda no meio cinematográfico. Mas é fato que ela já se destacava nos shows ao vivo, com repertórios ecléticos e que sempre se apresentava mesclando um repertório com elementos de teatro. A experiência acabou dando certo, a ponto do filme ter conquistado prêmios como o Globo de Ouro. E teve ainda duas indicações para o Oscar de atriz principal (Bette Midler) e ator coadjuvante (Frederic Forrest).

A escolha por Bette Midler para estrelar o filme representou um ato de coragem do diretor do filme. Mas a aposta foi ganha com relativa folga. Aclamada pela crítica e pelo público, ela acabou alçando um voo crescente para o estrelato em Hollywood. A divina Miss M (apelido dela como artista) já era uma nova estrela na terra do Tio Sam.

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Pérolas do Passado: Uma Cilada para Roger Rabbit

Robert Zemeckis é um dos diretores mais instigantes de nossos tempo. Ele é responsável por excelentes clássicos do cinema, como, por exemplo,Forrest Gump, Contato, a trilogia De volta para o futuro, entre outros. Porém, desde que se interessou por animações computadorizadas e realizou O Expresso Polar, a carreira do diretor desceu pelo ralo. Além do fraquíssimo A lenda de Beowulf, Zemeckis é responsável pela péssima adaptação de Os Fantasmas de Scrooge (A Christmas Carol, no original – conto famoso do escritor Charles Dickens). Contudo, não podemos esquecer que ele foi responsável por uma das animações mais divertidas da década de 80: Uma cilada para Roger Rabbit.

 

Na história, homens e desenhos animados trabalham juntos nas grandes empresas de cinema, como a ACME e a Disney, por exemplo, para criar as animações. Roger Rabbit, um dos mais famosos desenhos, acaba caindo numa cilada e será Eddie, o detetive que o ajudou a cair nessa enrascada, que irá lhe ajudar, mesmo que Eddie ainda esteja traumatizado pelo assassinato de seu irmão, morto por um desenho.

 

 

Assim como O Corcunda de Notre Dame, Persépolis e a maioria dos filmes realizados pelo Studio Ghibi (responsáveis por A viagem de ChihiroO castelo animado), Uma Cilada para Rogger Rabbit é uma das animações mais adultas já feitas. Com humor ácido, é perfeita tanto para crianças inteligentes que apreciam filmes mais “elaborados” como também para os adultos. Rogger Rabbit não é apenas uma mistura entre animação e vida real, como também uma trama policial leve e puro entretenimento.

 

Além das animações, é possível também se entreter com os atores. Bob Hoskins faz um bom trabalho sendo o mal humorado detetive. Contudo, é Christopher Lloyd quem rouba as cenas do longa. Afinal, Lloyd sempre teve jeito e feições de animação, assim como Robbins Williams e Jim Carrey. Infelizmente, hoje Lloyd está esquecido e somente os jovens que o assistiram em De volta para o futuro, A família Addams e outros clássicos do ator sabem como era gostoso vê-lo interpretando. Nas cenas finais desse filme, a fusão entre ator e “animação” é brilhante.

 

 

É uma dica para quem não viu e também para quem quer rever (o filme tem passado recentemente no Telecine Cult). “Uma Cilada para Rogger Rabbit” é daquelas animações que ficam na memória das crianças que viveram na década de 80/90. Pena que essa seja a única animação boa de Robert Zemeckis, que poderia muito bem desistir das animações e voltar para os filmes com atores de verdade. Vencedor de 3 Oscar, o filme possui efeitos que, lógico, atualmente já são datados e não tão originais. Já vimos cenas parecidas em Mary Poppins e em Se minha cama voasse, mas é a história de Roger Rabbit que faz com que o filme continue vivo.

Pérolas do Passado: “O Grande Ditador” (1940)

Desde o término da Segunda Guerra Mundial, muita gente ainda acha impossível que algo no estilo do nazismo possa voltar a ter espaço. Filmes como “A Onda” (que possui uma versão norte-americana e outra alemã) e fatos atuais como os partidos conservadores que ganham força pela Europa (defendendo a expulsão dos imigrantes) mostram apenas o contrário. Se antes era o judeu, hoje é o imigrante e o árabe. E em certos momentos, a população precisa de um tapa na cara para acordar. Quem já deu esse “sacode” na sociedade foi Charles Chaplin em uma das suas maiores obras-primas: “O Grande Ditador” (1940).

 

Mais uma vez satirizando em seu melhor estilo, Chaplin retorna com seu clássico papel de barbeiro judeu e, dessa vez, o cineasta também dá vida ao ditador Adenoid Hynkel. Além de ironizar os discursos do governante e seu relacionamento com 0 ditador Benzini Napolini, Chaplin mostra a violência que cercava o judeu em épocas totalitárias.

 


 

Com referências mais do que óbvias a Adolf Hitler (Hynkel) e Mussolini (Napolini), “O Grande Ditador” é um dos filmes mais fortes de Chaplin e seu primeiro totalmente falado. E como ele conseguiu mudar a sua forma já estabelecida? Sem grandes dificuldades. Os diálogos de “O Grande Ditador” são fortes e as cenas de humor continuam presentes. É incrível como Chaplin teve coragem de enfrentar a sociedade da década de 40, mostrando a sua ideologia política contra o sistema nazi-fascista. Como resultado, foi considerado socialista e expulso dos Estados Unidos.

 

Cenas como a do globo, a disputa de ego entre Napolini e Hynkel e o discurso no final do filme são esmagadoras e geniais, e são alguns dos motivos para assistir a este clássico (caso você ainda não tenha visto). Claro, o filme vai além disso, mas essas imagens estão marcadas até hoje na história do cinema, principalmente a do globo e a do discurso que, particularmente, gosto muito. Claro que o filme não é tão engraçado como os anteriores por adotar um tom mais sério e político, mas foi justamente isso que o transformou em uma grande obra-prima.

 

 

“O Grande Ditador” nos incita a pensarmos em tudo o que está acontecendo, principalmente na Europa, em locais como Noruega e França. Voltamos ao nazismo e ao facismo? Não, porém, se deixarmos esses fatos de lado – como Inglaterra e outros países ignoraram o aumento das potências militares da Itália e Alemanha na época do entre guerras – podem ter certeza que em breve teremos uma nova crise mundial. Esta, porém, não será econômica ou política. Será social.

Pérolas do passado: “Alô, Dolly” (1969)

Não entendo as razões para os fãs de Möeller e Botelho terem achado “As Bruxas de Eastwick” a peça mais fraca da dupla. Pergunto, existe fraqueza ou preconceito em relação às histórias menos complexas? Não há motivos para tramas mais leves serem consideradas ruins logo de cara. E assim como “As Bruxas de Eastwick”, assisti recentemente a um filme musical antigo, simples, delicioso e que muitos vão gostar (assim como eu): “Alô, Dolly” (1969).

 

A história é sobre uma casamenteira, Dolly, que pretende se unir a Horace — um homem rico que a contratou para achar um marido para sua sobrinha, mas ela, na verdade, ama um rapaz da cidade de Yonkers. Além disso, Horace não gosta de Dolly e pretende se casar com uma mulher que reside na cidade de Nova York. Assim, a protagonista inferniza a vida de todos e utiliza suas habilidades casamenteiras para deixá-los felizes.

 

 

Embora a sinopse seja confusa, o filme é bem simples. Babra Streisand nem foi indicada ao Oscar por ele, mas esse é o melhor trabalho que vi da atriz até hoje (prefiro “Alô, Dolly” ao clássico pelo qual ela ganhou o Oscar, “Funny Girl- A garota genial” — também seu primeiro filme). A atriz traz dinamismo e diversão na pele da encantadora protagonista, além de ser uma das melhores e mais famosas vozes da história dos musicais.

 

Uma das divertidas surpresas dentro da obra é a dupla Cornelius e Barnaby, interpretados pelo eterno Fantasma da Ópera da Broadway, Michael Crawford, e por Danny Lockin, respectivamente. Crawford e Lockin enchem o filme de graça. As cenas musicais que protagonizam são inspiradoras de se ver. Aliás, a direção de Gene Kelly está bem afiada! É um dos poucos clássicos que me encantei completamente pelas cenas de dança sem que alguém estivesse necessariamente cantando.

 

 

“Alô, Dolly” é simples, divertido, encantador e bem feito. É impossível não ficar com a música “Put On Your Sunday Clothes” na cabeça após assisti-lo. Aliás, sabiam que o filme o qual Wall-E assiste no Ipod é o próprio “Alô, Dolly”? Pois é, até mesmo aquele robozinho gosta de musicais. Bom gosto.

Pérolas do passado: “Cabaret” (1972)

Serei sincero com vocês: quando assisti “Cabaret” pela primeira vez, eu não achei que o filme era tudo aquilo que meus amigos estavam comentando, mesmo que a trilha sonora criada por Fred Ebb e John Kander fosse sensacional e da melhor qualidade. Achei bom, mas nada de demais. Porém, o tempo passou, a versão brasileira do espetáculo foi anunciada e decidi assistir ao filme novamente. E de novo. E outra vez.

 

Após assistir ao filme pela terceira oportunidade somente na semana passada, me convenci de que “Cabaret” é um dos melhores filmes musicais já feitos.

 

Berlim, 1931. Sally Bowles é uma das grandes atrações do cabaré Kit Kat Club e sonha em se tornar uma grande atriz. Brian Roberts, um professor tímido de Cambridge, vai à Alemanha e se hospeda na mesma pousada de Sally, conhecendo-a e se apaixonando por ela. Brian acaba então se envolvendo nesse “mundo do cabaré”, do álcool, do dinheiro, do burlesco e de uma Alemanha nazista, além de se envolver num triângulo amoroso.

Gosto das cenas que se passam no cabaré desde o momento em que vi o filme pela primeira vez. Bob Fosse, além de criar coreografias fantásticas, consegue guiar grandes números musicais. Hoje em dia, “Mein Herr”, “Maybe This Time” e a própria música “Cabaret” são hits que ficaram gravados na voz da ilustríssima Liza Minnelli, filha de ninguém menos do que outra grande estrela de musicais: Judy Garland.

 

O Oscar de Melhor Atriz que Liza recebeu é um dos poucos da história da Academia que acho justo. Na verdade, o próprio “Cabaret” é um dos poucos filmes que recebeu merecidamente os oito Oscars que ganhou. Além de Minnelli, Joel Grey ganhou o Oscar na categoria de ator coadjuvante pela sua interpretação magnífica como “mestre de cerimônias”. Nada mais justo, uma vez que Grey e Minnelli são as maiores atrações no quesito atuação. Eles se entregaram completamente aos seus papéis.

A direção eu já comentei. Bob Fosse guia esse filme com garra e vontade, além de adaptar fragmentos da peça arriscados para o cinema, o que em minha modesta opinião apenas melhorou ainda mais a obra. Foi um grande acerto, afinal, o filme de 1972 é até hoje um dos maiores musicais de todos os tempos. Mesmo que não esteja disponível aqui no Brasil, lá fora “Cabaret” é um grande ícone, tanto que Liza Minnelli vive da sua fama como Sally Bowles até hoje, realizando shows nos quais canta alguns dos números do longa-metragem.

 

Além da atuação, da coreografia e da direção, a fotografia e a direção de arte também são pontos fortes. A iluminação então, nem se fala! Nas cenas “Cabaret”, “Mein Herr”, “Money” e “Wilkommen”, a estética do palco e a iluminação são de fazer muitos diretores de musicais morrerem de inveja, principalmente no final da cena de “Cabaret” e de “Wilkommen”.

Ou seja pessoal, “Cabaret” merece até hoje seu status de filme cult. Afinal, é uma obra que foi pensada em todos os detalhes, desde a coreografia até direção de arte, além de ser inspiradora para diversos diretores até hoje. Sabe quem se inspirou em “Cabaret”, por exemplo? Ninguém menos que Rob Marshall, que muitos falam ter copiado o visual do longa quando confeccionou “Chicago” em 2002. É uma pena este filme não estar disponível em DVD no Brasil, mesmo que ele já tenha passado inúmeras vezes no “Corujão” e em diversos canais de televisão. Quem sabe se com o espetáculo em São Paulo, protagonizado por Cláudia Raia, isso não mude.

Pérolas do passado: Planeta dos Macacos (1968)

Ultimamente são lançados com frequência filmes que explicam as origens de clássicos ou fenômenos do cinema, porém, são poucas as pessoas que realmente vão atrás das “verdadeiras” raízes. Um caso recente é “Planeta dos Macacos”. Muitos foram este ano assistir ao filme mais novo no cinema, ainda mais com a tecnologia dos efeitos especiais, a mesma de “Avatar”. Mas, quem foi assistir a obra de 2011 tendo assistido a versão de 1968?

 

A história da primeira versão é sobre uma tripulação que viaja numa espaçonave na velocidade da luz. Após 700 anos de viagem, a nave retornará à Terra. Mas algo dá errado e os tripulantes vão parar num planeta dominado por macacos e no qual o ser humano é considerado uma besta, sendo escravizado e usado em experiências científicas. E se eles estivessem na Terra, estariam no ano de 3978, o que representaria ao ser humano um grande avanço tecnológico e humanitário.

Embora a direção nas cenas de ação com câmeras trêmulas mostrem uma imaturidade do diretor, sendo esse seu primeiro longa-metragem, e os efeitos e a maquiagem serem datados, o “Planeta dos Macacos” de 1968 ainda é um filme atual. Fala sobre a história do homem guerrear com ele mesmo, da sabedoria ser transformada em ganância, na destruição e abuso de sua “superioridade” aos animais ao seu redor, entre outros. É um roteiro forte e impressionante dentro de um gênero que hoje é recheado de carros que se transformam em ETs e G.I Joe’s da vida….

 

E claro, não podemos nos esquecer de que o filme foi montado em plena época da Guerra Fria e da corrida armamentista. A metáfora que traz no final é magistral, mesmo que perca o brilho com as palavras vazias e ditas em vão pela personagem. Seria melhor deixar a imagem falar por si só. Mas pior ainda foi estragar o próprio filme ao confeccionar a capa do DVD com o final dele próprio. Para vocês terem uma ideia, quem assistiu ao filme no cinema disse que foi a mesma sensação que o pessoal dos anos 90 viveu com “O sexto sentido”.

 

E é impressionante como o filme passa voando, ainda mais quando falamos de ficção do final dos anos 60. Mas a verdade é que a primeira versão de “Planeta dos Macacos” é marcante, impactante e traz consigo uma reflexão do homem para ele pensar em si e nas outras espécies. Há razões maiores do que essas para fazer o filme continuar vivo e fresco? Creio que não.

Pérolas do passado: Infâmia (1961)

É raro quando o título brasileiro descreve melhor uma obra do que o original. Esse é o caso do filme “Infâmia” (The Children’s Hour), de 1961. Estrelado por Audrey Hepburn e Shirley McLaine, o longa-metragem discute e expõe como a fofoca pode destruir a vida das pessoas.

 

Na película, Audrey e Shirley são donas e professoras de uma escola particular nos EUA. Hepburn interpreta Karen Wright, que está feliz com seu serviço e está noiva de um doutor. Já McLaine interpreta Martha Dobbie, uma mulher que vive para o trabalho. Embora a escola estivesse crescendo e ganhando repercussão com os moradores do bairro, uma das alunas conta para sua avó que as duas amigas são, na verdade, amantes e o mundo das duas começa a desabar.

 

Infelizmente “Infâmia” foi ofuscado no Oscar de 1962, provavelmente por sua abordagem. Na época, o grande vencedor foi o musical “Amor Sublime Amor” (conhecido pelo título original, West Side Story, e do qual não sou muito chegado). McLaine e Hepburn fazem atuações espetaculares, assim como a pequena Karen Balkin — que convence muito bem no papel de uma menina mimada e arrogante — e Fay Bainter — espetacular em cena como a vó da menininha –, que foi a única atriz indicada ao Oscar pelo filme. Injusto, mas é algo que já estamos acostumados a ver quando falamos de Oscar ou qualquer premiação conservadora.

 

 

Creio que o mais impressionante da obra é como a história aborda a evolução e o poder da fofoca na vida das pessoas e como isso se mistura da pior forma com o mundo profissional. Na televisão vemos exemplos toscos desse poder a todo momento em seriados como “Gossip Girl”. São raras as obras que nos fazem pensar o que uma mentira nessas proporções pode desencadear e como ela é capaz de revelar quem são as pessoas e os preconceitos que regem a sociedade.

 

Com grandes atuações e moral nem um pouco clichê, “Infâmia” é um filme importante, pois mostra como podemos melhorar o nosso caráter e como devemos tratar as pessoas ao nosso redor. Afinal, qualquer mentira pode acabar com uma vida.

 

E o que não rola de fofoca por aí, pessoal? Existem revistas e meios de ganhar dinheiro voltados só para isso! Sem falar nas pessoas que perdem empregos, amigos, casamentos, moradia e tudo por causa da fofoca que nem sempre é verdadeira. É um poder horroroso e poucos sabem de seu verdadeiro efeito.